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Diagnóstico Laboratorial da Sífilis

Edição: 05-17

Em sequência ao Lab.com “Diagnóstico da Sífilis Congênita”, nesta edição, serão abordados os testes e fluxogramas propostos pelo Manual Técnico de Diagnóstico da Sífilis do Ministério da Saúde, publicado em outubro de 2016, para diagnóstico da sífilis adquirida.


Sífilis Congênita – Diagnóstico Laboratorial

Edição: 03-17

Em outubro/2016, o Ministério da Saúde confirmou o aumento de casos de Sífilis no país, sendo importante o aumento da transmissão materno-fetal. Para atuar sobre este indicador, foi publicada uma portaria buscando intensificar o diagnóstico nas gestantes, a Portaria n°2.012, de 19 de outubro de 2016 que aprova o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis (MTDS), com abordagem de aspectos específicos do diagnóstico da Sífilis Congênita.


Febre Amarela

Edição: 02-17

A febre amarela voltou a ser assunto no País depois de autoridades de saúde anunciarem a presença de surtos em várias regiões, especialmente em Minas Gerais e Espírito Santo. O Aedes aegypti é o responsável pela transmissão da forma urbana da febre amarela. Os métodos diagnóstico são habitualmente realizados em laboratórios de referência e incluem os específicos, como o isolamento viral, a sorologia e a histopatologia.


Avaliação de lípides com ou sem jejum? Uma abordagem para o clínico

Edição: 01-17

Diante da recente normatização para coleta laboratorial do perfil lipídico, permitido flexibilidade para a coleta dos exames com ou sem jejum, esta definição passa a depender do cenário clínico de cada indivíduo e torna-se parte da orientação do médico assistente. O Lab.com deste mês tem foco na abordagem médica e resume algumas considerações referentes à coleta com ou sem jejum para diferentes condições clínicas.


Novas recomendações para avaliação do perfil lipídico

Edição: 12-16

As evidências científicas acumuladas são favoráveis à flexibilização do jejum para a avaliação do perfil lipídico. O habitual predomínio no indivíduo do estado sem jejum se correlaciona melhor com a avaliação do risco cardiovascular e traz benefícios para o médico e paciente. Nesta edição, o Lab.com aborda as orientações que foram publicadas em dezembro de 2016 no Consenso Brasileiro para a Normatização da Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico, que possui o aval das seguintes sociedades: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, Sociedade Brasileira de Diabetes, Sociedade Brasileira de Cardiologia-Departamento de Aterosclerose e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.


ImmunoCAP ISAC

Edição: 11-16

Uma combinação de tecnologia inovadora de biochip com pesquisa de ponta em alergologia molecular resultou em ImmunoCAP ISAC®, o mais avançado teste de diagnóstico in vitro para a medição simultânea de anticorpos IgE específicos para um amplo espectro de componentes alérgenos. O Lab Rede® e laboratórios parceiros disponibilizam esta metodologia aos seus clientes.


HIRSUTISMO – AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

Edição: 10-16

O hirsutismo não é uma doença, mas uma manifestação de hiperandrogenia ou de aumento da sensibilidade da unidade pilossebácea aos androgênios circulantes, é comum entre as mulheres e o tratamento depende da causa.


Chlamydia trachomatis - Diagnóstico Laboratorial por PCR-RT

Edição: 09-16

As infecções por Chlamydia trachomatis são uma das principais preocupações de saúde pública mundial, particularmente porque a maioria das infecções anogenitais são assintomáticas. O presente informativo, tem como base a Diretriz Europeia de 2015 sobre infecções por Chlamydia trachomatis que fornece uma clara recomendação do uso de testes de amplificação de ácidos nucleicos para diagnóstico, com ênfase no rastreamento para reduzir a incidência de doença inflamatória pélvica.


Revendo o Diagnóstico Laboratorial do Diabetes Mellitus

Edição: 08-16

Os mesmos testes, baseados na glicemia, hemoglobina glicada e no teste de sobrecarga oral com glicose, são usados para rastrear e diagnosticar diabetes e também para detectar indivíduos com pré-diabetes.


Marcadores Cardíacos de Lesão Miocárdica

Edição: 07-16

O conjunto de macromoléculas utilizado na avaliação da isquemia aguda do miocárdio (IAM) tem sido denominado de marcadores bioquímicos de lesão miocárdica. Em pacientes com quadro sugestivo, sem diagnóstico de IAM estabelecido, os marcadores bioquímicos são úteis para confirmar o diagnóstico.


ALERGIA AO OVO E LEITE

Edição: 06-16

Alergia alimentar é definida como um efeito adverso à saúde decorrente de uma resposta imune específica que ocorre após a exposição a um determinado alimento. Os anticorpos IgE específicos do ovo são normalmente os primeiros a aparecer em crianças que desenvolvem doença atópica. A proteína de leite de vaca (PLV) é a principal causa de alergia alimentar em crianças com menos de 3 anos.


Rinite Alérgica

Edição: 05-16

A rinite alérgica é definida como a inflamação da mucosa de revestimento nasal, mediada por IgE, após exposição a alérgenos e com os sintomas: obstrução nasal, rinorreia aquosa, espirros e prurido nasal. Os ácaros do pó domiciliar são os principais agentes etiológicos da rinite alérgica na população brasileira.


VIRUS INFLUENZA A - H1N1

Edição: 04-16

Os vírus influenza são sazonais, transmitidos por pessoas infectadas através de secreções e gotículas respiratórias provocadas por tosse, espirro ou fala. Também são fontes de contágio superfícies contaminadas, que o indivíduo pode tocar. Os testes para a gripe são úteis no estabelecimento do diagnóstico e no tratamento de pacientes com sintomas compatíveis com a influenza, bem como, sob o ponto de vista epidemiológico. As principais medidas de prevenção são os cuidados de higiene, contato, ventilação de ambientes e a vacinação.


Mieloma Múltiplo – Avaliação diagnóstica

Edição: 03-16

O Mieloma Múltiplo que é uma neoplasia maligna de origem hematopoética e corresponde a cerca de 1% dos tumores malignos, 10%-15% das neoplasias hematológicas, atingindo mais os idosos. Para aumentar a conscientização sobre a doença, a International Myeloma Foundation declarou em 2009 que março seria o Mês da Conscientização do Mieloma.


HIV – Carga Viral

Edição: 02-16

A determinação da carga viral para o HIV se destina a monitorar a infecção pelo HIV, orientar o tratamento e prever a evolução futura da doença. O monitoramento da carga viral de um indivíduo deve ser na mesma plataforma de testes para assegurar uma interpretação adequada de qualquer oscilação significativa na carga viral.


Alergia alimentar

Edição: 01-16

Anticorpos IgE séricos específicos apresentam papel fundamental nas alergias alimentares IgE-mediadas. A IgE é produzida pela interação de vários tipos celulares após a exposição a antígenos, seja por via inalatória, cutânea ou parenteral. O número crescente de aquisições tem melhorado o valor preditivo de alguns testes laboratoriais empregados no diagnóstico de alergias alimentares.


Dengue (DENV), Chikungunya (CHIKV) e Zika (ZIKV

Edição: 12-15

Os arbovírus (de “arthropod borne virus”) são vírus que podem ser transmitidos ao homem por vetores artrópodos e pertencem a três famílias, com várias patologias associadas, dentre estas, as febres Chikungunya (Togavírus), Dengue e Zika (Flavivírus). O vetor das três doenças febris, dengue, chikungunya e zika é o mosquito do gênero Aedes sendo a forma mais importante de transmissão.


Dosagem de Testosterona total

Edição: 11-15

A interpretação para o diagnóstico em baixas concentrações de testosterona deve ser cautelosa pois os imunoensaios para testosterona total possuem algumas limitações para as quais o médico deve estar atento.


Diagnóstico Molecular na Alergia

Edição: 10-15

Alergia Molecular Os avanços no campo de alérgenos recombinantes conduziu ao desenvolvimento de um novo conceito no diagnóstico da alergia, o diagnóstico molecular em alergia. Uma simples análise do sangue, disponível para médicos e profissionais de laboratório em todo o mundo, permite um diagnóstico preciso de alergias, melhor abordagem, tratamento e bem-estar dos pacientes.


Câncer de mama

Edição: 09-15

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres e, segundo dados do INCA, responde por 22% dos casos novos a cada ano. A prevenção e o tratamento precoce são fundamentais para um bom prognóstico. A campanha “Outubro Rosa” visa a detecção e o tratamento precoces.


Avaliando a Avidez de Anticorpos IgG

Edição: 08-15

A avidez da IgG é útil em situações de dilema diagnóstico, especialmente em gestantes com presença de anticorpos IgM, para investigação de infecções como toxoplasmose, rubéola e citomegalovirose.


Síndrome Metabólica

Edição: 07-15

A Síndrome Metabólica tem patogênese complexa sendo a obesidade central importante componente. Seu tratamento tem por objetivo a redução do risco de doenças cardiovasculares e diabetes mellitus tipo 2. Leia mais sobre a Definição da Síndrome Metabólica no Lab.com deste mês.


DOENÇA CELÍACA - Recomendações para o diagnóstico

Edição: 06-15

A doença celíaca é a intolerância alimentar de base genética mais comum no mundo, com uma prevalência de aproximadamente 1% da população geral. O diagnóstico pode ser feito em qualquer idade e envolve anticorpos específicos, encontrados em altos níveis, nas pessoas com a doença ativa, além de testes genéticos e da biópsia de intestino delgado que é recomendada como exame confirmatório.


Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) e auto-imunidade

Edição: 05-15

O DM1 representa cerca de 5-10% do total de casos de DM, é causado pela destruição das células , a maior parte das vezes por processos auto-imunes mediados por auto-anticorpos, que culminam com deficiência de insulina.


ANTICORPO ANTI BETA 2 GLICOPROTEINA I (Beta2-GPI) e SINDROME ANTIFOSFOLÍPIDE

Edição: 04-15

O novo Lab.com aborda a Síndrome Antifosfolípide (SAF) e o anticorpo anti Beta 2-glicoproteína I (beta2GLPI) que está associado com um risco aumentado de trombose venosa e arterial em pacientes com doenças auto-imunes. O Lab Rede está ampliando seu serviço com a inclusão do anticorpo anti Beta2GLPI em sua rotina


SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS

Edição: 03-15

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) ocorre entre 5% a 10% das mulheres em idade reprodutiva. Caracteriza-se por anovulação crônica, não-contínua, e excesso de andrógenos. Mais recentemente, tem se destacado a associação da SOP com a resistência insulínica e a síndrome metabólica.


Intolerância à Lactose

Edição: 02-15

A intolerância à lactose é o tipo mais comum de intolerância a carboidratos e acomete cerca de 70% da população adulta mundial. Os carboidratos são a principal fonte de energia da dieta, sendo a lactose o principal carboidrato na dieta humana no primeiro ano de vida.


Intolerância à lactose

Edição: 02-15

A intolerância à lactose é uma síndrome clínica caracterizada pela incapacidade de hidrolisar a lactose, pela deficiência da lactase. A expressão clínica da intolerância à lactose refere-se aos sintomas após a ingestão de lactose que ocorrem em parte dos indivíduos.


BIOLOGIA MOLECULAR E DOENÇAS INFECCIOSAS

Edição: 01-15

A técnica de PCR em tempo real é um poderoso aliado ao diagnóstico com sensibilidade, precisão, velocidade e capacidade de quantificação.


FEBRE CHIKUNGUNYA

Edição: 12-14


JEJUM PARA EXAMES LABORATORIAIS

Edição: 11-14

Os exames laboratoriais possuem, tradicionalmente, períodos definidos de jejum para a coleta que variam de 8 a 12 horas. Os períodos pós-prandiais (após a refeição) acompanham-se de mudanças do sangue, o que pode interferir em algumas metodologias de análise laboratorial. O jejum não obrigatório representa uma permissão em relação à alimentação prévia, que pode ser absoluta, como nas urgências, ou um período de 3 a 4 horas de pausa alimentar. Na população pediátrica e de idosos, o tempo de jejum deve guardar relação com os intervalos de alimentação. No entanto, desde a publicação do estudo canadense, em 2012, envolvendo mais de 200.000 homens e mulheres, em jejum variando de 1 a 16 horas e dosagens em intervalos de uma hora, acumulam-se evidências do pequeno impacto do jejum na dosagem do colesterol total e colesterol HDL (2%) e do LDL. O tema tem sido discutido na mídia e em congressos, mas falta ainda um posicionamento oficial de sociedades científicas.


Diagnóstico da Hipovitaminose D: Recomendações Atuais

Edição: 10-14

Com o objetivo de atualização, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) elaborou recomendações baseadas nas mais recentes evidências científicas. A seguir, serão apresentadas as recomendações para o diagnóstico.


AVALIANDO A FUNÇÃO OVARIANA

Edição: 09-14

Há muitas situações clínicas em que os hormônios relacionados à função ovariana são solicitados, especialmente na investigação e no tratamento da infertilidade.


TESTES DE ESTÍMULO PARA HORMÔNIO DO CRESCIMENTO - GH

Edição: 08-14

O hormônio do crescimento (GH) é um polipeptídeo produzido e secretado pela hipófise anterior e sua principal função é a promoção do crescimento corporal; além de participar da regulação do metabolismo de proteínas, lipídeos e carboidratos.


INVESTIGAÇÃO LABORATORIAL DE DOENÇAS AUTOIMUNES

Edição: 07-14

As doenças autoimunes são um espectro de patologias em que o sistema imune reage contra antígenos próprios, específicos de um tecido, ou de modo sistêmico, para antígenos de vários tecidos. Algumas destas são o lúpus eritematoso, polimiosite, dermatomiosite, a síndrome de Sjogren e a esclerodermia. Possuem em comum a freqüente dificuldade em se obter um diagnóstico preciso e a tendência à cronicidade, com impacto na qualidade de vida e nos custos dos serviços médicos, seja direta ou indiretamente.


HEMOGLOBINA GLICADA – DOSAGEM POR MÉTODO ENZIMÁTICO

Edição: 06-14

Hemoglobina A1 e A1c. No indivíduo adulto normal o maior percentual é de hemoglobina A ou HbA (92-94%) e pequena porção de hemoglobina A1 ou HbA1 sofre glicação na cadeia beta. A fração A1c refere-se à hemoglobina glicada que está ligada à glicose de forma estável e irreversível. É encontrada na proporção de 1-4% dos adultos não diabéticos. A dosagem da hemoglobina glicada (A1c, hemoglobina A1c) é útil como ferramenta de prognóstico e, mais recentemente, foi indicada para diagnosticar o diabetes. A A1c também proporciona uma medida da média de glicose sanguínea ao longo das últimas seis a doze semanas e deve ser dosada regularmente.


HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO

Edição: 05-14

O hipotireoidismo congênito (HC) é o distúrbio endócrino congênito mais frequente. No Brasil, a prevalência do HC varia de 1:2595 a 1:4795. A prevalência é variável entre os grupos étnicos. Crianças com Síndrome de Down têm um risco 35 vezes maior para apresentar o HC que a população geral.


DIAGNOSTICO DA HEPATITE C – Recomendações OMS

Edição: 04-14

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), em recente publicação de abril de 2014, cerca de 185 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o vitus da Hepatite C(HCV). A Hepatite C é causada por um pequeno RNA-vírus da família Flaviviridae e que possui um genoma muito variável com vários genótipos. A doença pode ter um curso silencioso e muitos indivíduos desconhecem ser portadores do vírus, evoluindo para a cronicidade(55-85%) com cirrose e carcinoma hepatocelular.


Diagnóstico Molecular na Alergia

Edição: 03-14

A utilização de componentes alérgenos na clínica


PORTARIA APROVA MANUAL TÉCNICO PARA HIV EM ADULTOS E CRIANÇAS

Edição: 02-14

No final de 2013 foi aprovada uma portaria que regulamenta a utilização do Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV em Adultos e Crianças, disponível no endereço eletrônico www.aids.gov.br. Este documento orienta a utilização de fluxogramas para diferentes situações que ocorrem nos serviços de saúde públicos e privados.


Hipotireoidismo subclínico:

Edição: 01-14

Hipotireoidismo subclínico: Definição, Diagnóstico, História Natural e Significado Clínico - Consenso Brasileiro para Abordagem Clínica e Tratamento do Hipotireoidismo Subclínico em Adultos


Doenças de Notificação Compulsória

Edição: 12-13

PORTARIA Nº 104, DE 25 DE JANEIRO DE 2011.A vigilância sanitária possui no escopo das atividades a abordagem individual e coletiva dos agravos à saúde do indivíduo e da população, com objetivo de analisar os dados e adotar medidas de controle e erradicação de riscos e doenças.


AVALIAÇÃO LABORATORIAL DOS LÍPIDES E DAS APOLIPOPROTEÍNAS

Edição: 11-13

V Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção da Aterosclerose. Os lípides biologicamente relevantes são os fosfolípides, colesterol, triglicérides (TG), ácidos graxos (AG). O colesterol é precursor dos hormônios esteroides, ácidos biliares e vitamina D. As lipoproteínas permitem o transporte dos lípides no plasma. As apos têm funções como formação intracelular das partículas lipoproteicas (B100 e B48), ligantes a receptores de membranas (B100 e E), ou cofatores enzimáticos (CII, CIII, AI). Os TG constituem importante fonte energética nos tecidos adiposo e muscular. Existem quatro classes de lipoproteínas separadas em dois grupos: 1) as ricas em TG (quilomicrons, VLDL) e 2) as ricas em colesterol (LDL e HDL) e uma classe intermediária, IDL e lipoproteína (a), que é resultante da ligação da LDL à apo (a) e tem sido associada à formação e progressão da placa aterosclerótica.


MARCADORES TUMORAIS - Pulmão e Tireóide

Edição: 10-13


ANCA - Anti Citoplasma de Neutrófilos - Na Prática Laboratorial

Edição: 09-13

As vasculites sistêmicas são um grupo de doenças raras. Seu diagnóstico representa um desafio clínico de grande importância, pois permite um tratamento precoce e direcionado para estas situações potencialmente graves. A descoberta do ANCA, um marcador sorológico possivelmente específico para as vasculites sistêmicas, produziu grande impacto na literatura médica internacional. Desde então, vários consensos internacionais foram realizados, com o objetivo de padronizar técnicas e difundir conhecimentos atualizados sobre o papel desses anticorpos nas vasculites e outras doenças.


MARCADORES TUMORAIS - Próstata e Bexiga

Edição: 08-13


O TSH NA TRIAGEM DA DOENÇA TIREOIDIANA

Edição: 07-13

Testes de laboratório são fundamentais para o diagnóstico dos distúrbios da tireóide, já que os sinais e sintomas da doença tireoidiana podem ser sutis ou mesmo ausentes.


MARCADORES TUMORAIS - Ginecologia: Tumores de Células germinativas, Ovário, Endométrio, Colo Uterino, Vulva

Edição: 06-13

Existem muitos fatores que podem causar o câncer na mulher. Dentre esses, os relacionados à herança genética, algumas classes de oncogens e gens supressores de tumores, e associados a fatores como o fumo, envelhecimento e ambiente. No caso de tumores do colo uterino e vagina, os vírus, como o HPV, desempenham papel importante.


A FASE PRÉ-ANALÍTICA NA ROTINA LABORATORIAL

Edição: 05-13

O exame laboratorial é auxiliar para o raciocínio médico e complementar à história clínica e ao exame físico, no processo de investigação diagnóstica. Para que o laboratório atenda este propósito todas as fases do processo laboratorial devem ser desenvolvidas considerando a importância das variáveis que podem influenciar o produto final.


MARCADORES TUMORAIS - UTILIDADE CLÍNICA

Edição: 04-13

Os Marcadores Tumorais (MT) são moléculas de amplo espectro produzidas pelas células normais e induzidos ou produzidos pelas células neoplásicas, de forma que refletem o seu crescimento ou atividade.


Anemia da Doença Crônica

Edição: 03-13

Anemia da Doença Crônica (ADC)1, ou anemia da inflamação, é caracterizada pelo desenvolvimento de anemia em pacientes que apresentam doenças infecciosas crônicas, inflamatórias ou neoplásicas Geralmente é de intensidade leve a moderada. Não fazem parte desta apresentação, as anemias carenciais, anemias por hemólise, doença renal ou hepática, mesmo que estejam associadas no mesmo paciente. É a segunda anemia mais frequente após a anemia por deficiência de ferro. Na Tabela 1 estão relacionadas as causas mais freqüentemente associadas.


HEMOGLOBINA GLICADA

Edição: 02-13

A HbA1 corresponde a formas de HbA carregadas negativamente devido à adição de glicose e outros carboidratos. A fração A1c refere-se à hemoglobina glicada e está ligada à glicose de forma estável e irreversível. A A1c é encontrada em uma proporção de 1-4% dos adultos não diabéticos.


Diferenças críticas entre resultados: O papel da variação biológica

Edição: 01-13

Os exames laboratoriais influenciam a decisão médica em um percentual descrito de até 70% destas1. Porém, a interpretação criteriosa dos resultados e a compreensão dos fatores que afetam a sua obtenção são críticos no processo de tomada de decisão.

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