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Doenças alérgicas e o outono – Rinite Alérgica


Edição: 03-16

 A chegada do outono aumenta os casos de alergias. As crianças e os idosos normalmente são os mais afetados.
Dados da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia) apontam que 30% da população brasileira possui algum tipo de reação alérgica, sendo a rinite, a bronquite e a asma predominantes nesta época do ano. As mudanças climáticas que ocorrem nesta época facilitam a proliferação dos ácaros que são potentes desencadeadores de alergias. Além dos ácaros, os fungos, os pelos de animais e restos de baratas são os principais desencadeadores das alergias respiratórias.
Segundo dados do International Study of Asthma and Allergies (ISAAC), a rinite alérgica atinge cerca de 26% das crianças e 30% dos adolescentes brasileiros. A doença é caracterizada por sintomas de coceira e entupimento e coriza nasal e espirros, similares aos da gripe. A queda da temperatura, ambientes mais fechados e a piora da qualidade do ar agravam as crises. A rinite alérgica afeta a qualidade de vida. O sono de baixa qualidade ocasiona sonolência diurna, fadiga e prejuízo significante ao aprendizado, à cognição e ao desempenho profissional. Com um diagnóstico acurado, existem tratamentos disponíveis que podem reduzir a carga associada à rinite alérgica.
Os exames mais importantes no diagnóstico da rinite alérgica, são os testes cutâneos de hipersensibilidade imediata (TCHI) e a avaliação dos níveis séricos de IgE alérgenoespecífica. A pesquisa de IgE específica, in vitro, para aeroalérgenos individualizados, quando realizada com antígenos padronizados e técnica adequada, apresenta características operacionais semelhantes às dos TCHI: sensibilidade de 89% e especificidade de 91%.
A avaliação clínica e laboratorial bem como a profilaxia ambiental e o tratamento apropriados devem ser orientados pelo médico, para aliviar os sintomas e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida dos pacientes com rinite alérgica.

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